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MP cumpre busca e apreensão na casa dos Garotinho, na Lapa, e na Prefeitura de Campos

JTV

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) cumpre, na manhã desta terça-feira (8), 30 mandados de busca e apreensão expedidos pela 3ª Vara Criminal de Duque de Caxias em endereços de Campos, da capital e da Baixada Fluminense.


A ação é parte da Operação Caça-Fantasma, resultado da investigação dos contratos da Prefeitura com a GAP Comércio e Serviços Especiais, empresa contratada pela ex-prefeita do município para fornecer ambulâncias ao município. O objetivo é apreender contratos e documentos relacionados a, pelo menos, 21 sociedades empresárias constituídas com “laranjas” e “fantasma”.


Em Campos, agentes do MP-RJ cumprem mandados na casa do casal Garotinho, na Lapa, e na Prefeitura. No Rio e na Baixada, as apreensões acontecem na Barra da Tijuca, em Jacarepaguá e em Duque de Caxias.


A Prefeitura de Campos afirmou, em nota, que “o procurador geral do município, José Paes Neto, acompanha a equipe do MP-RJ, que recolhe documentos relativos à empresa que se encontra sob investigação judicial por conta dos serviços prestados à antiga gestão”.


Em um pátio alugado pela Prefeitura, 75 ambulâncias da GAP aguardam devolução. O governo municipal chegou a tentar entregar os veículos à empresa, mas não houve quem os recebesse. Por fora, as unidades estão sucateadas, mas, por dentro, ainda mostram condição de uso.


Fantasma — A GAP começou a prestar serviços ao município em 2009 e, em dois anos, recebeu R$ 32 milhões. Até 7 de junho de 2013 vigorava um contrato no valor de R$ 15 milhões, rescindido apenas após a revista Época revelar que o proprietário da empresa, George Augusto Pereira, era um fantasma. O MP-RJ investiga fraude na licitação.


De acordo com nota enviada pelo MP-RJ, 11 pessoas foram denunciadas pelos crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, entre elas, Fernando Trabach Gomes. O empresário é apontado como líder da organização e responsável por empregar o fictício George Augusto Pereira da Silva em crimes licitatórios e contra a ordem tributária. Além de Gomes, foram denunciados sua mãe, mulher, filho, cunhada e ex-mulher, além de empregados e os dois advogados.


Ainda segundo o MP-RJ, “negócios privados ou junto à administração pública, com uso de documento falso, são praticados desde 2006. O esquema criminoso permitia que Fernando Trabach Gomes se escondesse na figura do fantasma e se beneficiasse das atividades econômicas lucrativas exercidas pela identidade fictícia. As provas colhidas demonstram, por exemplo, que o município de Campos dos Goytacazes contratou algumas vezes o “fantasma” para locar ambulâncias por valores que chegaram a R$ 17,3 milhões. A investigação evidencia, inclusive, um pregão presencial vencido por George Augusto Pereira da Silva, que teria beneficiado, na verdade, Fernando Trabach Gomes”.


Também em nota enviada por sua assessoria de imprensa, Garotinho e Rosinha afirmam que “a Prefeitura de Campos foi vítima, a exemplo de outras prefeituras e órgãos públicos do estado. Os fornecedores denunciados prestaram serviço inclusive para a Polícia Civil do Rio”.


O casal lembrou, que não está “entre os denunciados da operação” e que considera o mandado de busca e apreensão à sua casa como “perseguição política”. “À época dos fatos, a então prefeita Rosinha tomou todas as medidas cabíveis: rescindiu o contrato com a empresa denunciada e reteve recursos que ela tinha a receber”, finaliza a nota.

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terceiraviaonline
http://www.jornalterceiravia.com.br/2017/08/08/mp-cumpre-busca-e-apreensao-na-casa-dos-garotinho-na-lapa-e-na-prefeitura-de-campos/

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