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Suspeito ligado a Orlando de Curicica, apontado por envolvimento no caso Marielle, é preso

TV Globo
Policial conduz Renatinho Problema (sem camisa), preso em Guapimirim

Policial conduz Renatinho Problema (sem camisa), preso em Guapimirim

Um homem ligado ao miliciano Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando de Curicica, foi preso, nesta terça-feira, em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Renato Nascimento Santos, conhecido como Renatinho Problema, foi localizado por agentes da 82ª DP (Maricá). Orlando é apontado como possível responsável pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Inicialmente, a Polícia Civil divulgara que Renatinho Problema era policial militar e tinha sido expulso da corporação.


Renatinho Problema é suspeito de integrar uma milícia. Contra ele havia dois mandados de prisão: por homicídio e outro por porte ilegal de arma. O preso foi levado para a delegacia de Maricá e, de lá, seguirá para a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital, onde prestará depoimento. A especializada é responsável pela investigação das mortes de Marielle e Anderson.


Além de Renatinho, um ex-PM também foi preso na mesma ação. O ex-soldado Bruno Nascimento de Oliveira estava com armas e foi autuado em flagrante. Ele havia ingressado na corporação em novembro de 2009 e foi expulso em setembro de 2014.


Em nota, a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que a prisão do ex-PM ocorreu porque, contra ele, havia um mandado de prisão pendente "em investigação de homicídio conduzida pela Delegacia de Homicídios da Capital, para onde será levado para prestar depoimento. O mandado não é referente ao inquérito do caso Marielle e Anderson".


Disputa fundiária


Marielle e Anderson foram mortos a tiros na noite de 14 de março, no Estácio. A disputa fundiária e política na Zona Oeste do Rio — em especial, Rio das Pedras, Vargem Grande, Vargem Pequena e Pedra de Guaratiba — pode ser a motivação dos assassinatos. Baseado nessa linha de investigação, o Ministério Público pediu a expedição de mandados de busca e apreensão na casa do vereador Marcello Siciliano (PHS), no gabinete dele na Câmara dos Vereadores e nas empresas do parlamentar, nesta sexta-feira. O objetivo era recolher qualquer tipo de mídia eletrônica, ou seja aparelhos de celular e computadores, para descobrir se há uma ligação entre Siciliano e o assassinato da vereadora.


O parlamentar, que não estava em casa, na Barra da Tijuca, nem compareceu na quinta-feira à Câmara dos Vereadores, foi à Cidade da Polícia na ocasião e disse que estava perplexo com a operação:


— Estou perplexo com isso tudo. Continuo muito indignado com essa exposição toda com a minha família. Estou muito triste. Depois de nove meses, estar passando por tudo isso. Eles não terem nada contra mim e montarem uma operação pela Delegacia do Meio Ambiente para tentarem me incriminar em alguma coisa, para achar um motivo para eu ter feito essa tamanha covardia. Não sou criminoso. Não sou bandido. Tenho cinco filhos, três netos. Estou muito envergonhado com essa exposição toda errada a meu respeito, essa tentativa de me insinuar qualquer coisa parecida — disse Siciliano.

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extraonline
https://extra.globo.com/casos-de-policia/suspeito-ligado-orlando-de-curicica-apontado-por-envolvimento-no-caso-marielle-preso-23312938.html

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