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Ex-secretário estadual de Saúde do Rio, Edmar Santos vira réu em ação sobre fraudes

Fábio Rossi / Agência O Globo / Arquivo
O ex-secretário estadual de saúde do Rio, Edmar Santos

O ex-secretário estadual de saúde do Rio, Edmar Santos

O ex-secretário estadual de Saúde do Rio Edmar Santos virou réu numa ação sobre fraudes na compra de respiradores para o combate ao coronavírus. Ele responde por organização criminosa e peculato (desvio de dinheiro público). O juiz Bruno Ruliere, da 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público. O processo corre em segredo de Justiça. As informações são da "GloboNews".


Edmar Santos foi preso no último dia 10, numa operação do Ministério Público do Rio do Janeiro. O ex-secretário, que foi exonerado pelo governador Wilson Witzel em maio, é suspeito de ser um dos chefes da quadrilha que atuava dentro da Secretaria de Estado de Saúde. De acordo com a investigação, ele acompanhou o processo de contratação de mil respiradores. Os aparelhos — considerados essenciais no tratamento de pessoas com a Covid-19 — nunca chegaram até os hospitais públicos.


Um trecho da denúncia mostram que os promotores acreditam que Edmar Santos e Gabriell Neves — ex-subsecretário estadual de Saúde, também preso — estavam à frente de um grupo que se aproveitou da pandemia para desviar dinheiro: "uma organização criminosa liderada por Edmar Santos e Gabriell Neves se infiltrou na Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, aproveitando-se do inédito cenário decorrente da pandemia da Covid-19 e de contratações emergenciais sem licitação para desviar milionários recursos públicos".


Para os investigadores, "Edmar Santos não apenas tinha ciência das atividades desenvolvidas por Gabriell Neves, mas também total domínio dos fatos, exercendo juntamente com Gabriell Neves, de forma discreta e quase oculta, a liderança da organização criminosa".


Para o Ministério Público, Edmar Santos "não só concorreu diretamente para o dano, como também se omitiu em relação ao seu dever de controle e fiscalização". Donos de empresas contratadas sem licitação também foram presos. Todos são acusados de fraude e viraram réus por peculato e organização criminosa.

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